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Alberto Paz

Alberto Paz
1915

Dados Artísticos

Em 1938, substituiu Milton Campos como pandeirista do grupo Anjos do Inferno. No ano seguinte, teve o samba "Dura lex sed lex", com Domício Augusto, gravado pelos Anjos do Inferno. Em 1942, deixou o grupo Anjos do Inferno sendo substituído por Hélio Verri. Em 1957, fez com o maestro Severino Filho a música "Bazar de Ilusões", gravada na Continental pelo grupo vocal Os Cariocas, e com Carlinhos o samba-canção "Eu sei", lançada por Marilena Cairo. Nesse ano, o samba-canção "Um milhão de vezes não", com Carlos Monteiro de Souza, foi gravado por Zezé Gonzaga no LP "Vivo a cantar", lançado pela Columbia. Em 1958, o samba "Pé de chumbo", parceria com Carlos Monteiro de Souza, foi gravado na Odeon por Raul de Barros no LP "Ginga de gafieira", e o samba-canção "Frases de amor", com Nestor Campos, foi lançado na Odeon por Alaíde Costa. No mesmo ano, no LP "Calendário musical", lançado por Emilinha Borba pela Continental, teve gravadas as músicas "Férias de julho" e "Em outubro vou pagar", ambas com Carlos Monteiro de Souza. Teve ainda o samba-canção "Duas notas, nada mais", gravado por Nora Ney, e o samba "Vamos cochichar" lançado pelos Vocalistas Modernos, ambos parcerias com Carlos Monteiro de Souza.

Seu choro "Pense mais baixo", com Severino Filho, foi gravado em 1959 por Ademilde Fonseca no LP "Voz+ Ritmo = Ademilde Fonseca", da gravadora Philips, o samba "Não foi saudade", com Severino Filho, foi lançado por Silvinha Chiozzo, e a balada "Minha canção de amor", também com Severino Filho foi registrada por Tito Madi, as duas na Continental.

Em 1960, seu samba "Não", com Carlos Monteiro de Souza, foi gravado por Aracy de Almeida no LP "Samba", lançado pela Philips, e a valsa "Desta vez", com Alberto Lazzolli, foi gravada por Vicente Celestino no LP "Alma e coração", da RCA Victor. No ano seguinte, teve o samba-canção "Dizem por aí", com Manoel da Conceição, gravado por Marisa Barroso no LP "Cantigas de enganar o tempo".

Em 1963, a canção "Lembro-me ainda", com Dilermando Reis, foi gravada no LP "30 anos de sucesso", de Vicente Celestino. No mesmo ano, Baden Powell gravou "Manequim 46", com Carlos Monteiro de Souza, no LP "Baden Powell Swings with Jimmy Pratt", do selo Elenco. Em 1965, o samba "Ziguezague", com Edson Menezes, foi gravado no LP "Dois na bossa" por Elis Regina e Jair Rodrigues. No mesmo ano, o samba "Deixa isso pra lá" foi gravado por Walter Wanderlei no LP "O Toque Inconfundível de Walter Wanderley", lançado na Philips. O samba "Zig-zag" por sinal se tornaria a marca registrada do cantor Jair Rodrigues e seu maior sucesso assim como o do compositor.

Em 1985, teve as músicas "Papagaio do futuro", "Zig-zag" e "Deixa isso pra lá", as três com Édson Menezes, gravadas por Alceu Valença no LP "Alceu Valença ao vivo" lançado pela Barclay/Polygram. Em 2002, Jair Rodrigues regravou "Zig-zag" no CD "Intérprete". Seu principal parceiro foi Carlos Monteiro de Souza. Seu principal sucesso no entanto foi o samba "Zigue zague", parceria com Edson Menezes. Teve músicas gravadas, entre outros, pelos Anjos do Inferno, Jair Rodrigues, Aracy de Almeida, Alceu Valença, Os Cariocas, Baden Pawell, Vicente Celestino e Marisa Barroso.

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